17
Jan 12

Quem diria que depois de apenas um episódio da morte de Bobby nós iríamos gargalhar novamente?

Um tom descontraído e com ótimas referencias rodeou o tema do 12º episódio da 7ª temporada de Supernatural – Time After Time After Time, nesta sexta-feira passada.

Recuperação e bola pra frente!

 

 

Mesmo voltando á 1944 Dean não pareceu nem um pouco perdido.  Não é mesmo?

Nesta review eu vou abordar um tipo diferente de texto, talvez um pouco mais direto. A começar pelo parceiro a qual Dean se alia para caçar o monstro-da-semana. Eliot Ness, líder esse na realidade de uma equipe de agentes federais que se nomeavam Os Intocáveis, (aqueles que caçavam Al Capone;])tornando-o em caçador para o nosso incrível fandon.

Devo dizer que simplesmente adoro quando os escritores pegam um personagem que já existe e o transformam no que eles querem, com perfeita aceitação. Isso, diga-se de passagem, é um tanto quando difícil de fazer.

Tivemos a presença da Xerife Mills, e com ela algumas cenas que nos faziam sentir saudade de Bobby. Como o uso da “sua voz de mãe”. E é exatamente neste ponto que eu vou me estender mais um pouco.

Mesmo com toda a explosão que ouve com a retirada de Bobby, os fãs pareceram entender que inevitavelmente algum dia isso iria acontecer.

Eu tenho notado que eu não fui a única em ficar em paz com a sua morte. Afinal, a maneira correta como foi feito é que causou essa boa recepção. Muitas pessoas ainda estão de luto por Bobby, mas algo consciente. Como alguém realmente vivo de nossa família que partiu pra um lugar mais tranquilo e cheio de luz. Isso é lisonjeiro pra a série e principalmente para o ator Jim Beaver que nos proporcionou tantas emoções enquanto guiava os garotos.

A morte de Bobby é algo que eu vou abordar por algum tempo porque querendo ou não, isto trouxe um fato exageradamente importante para o rumo do show e a vida dos personagens, como o relacionamento de Sam e Dean depois do ocorrido.

 

Mesmo depois e com todos os problemas que somam, os dois parecem estão se apoiando cada vez mais um no outro. A relação está boa e não monótona como fica quando eles costumam ficar de bem. Formou-se um laço ali muito maior do que qualquer outro, maior mesmo do que quando Sam resistiu a Lúcifer e pulou pra dentro da Jaula. Foi implantada ali a necessidade de permanecerem juntos para o que for.

 

A fotografia e o figurino estiveram impecáveis, deva-se confessar. Além do texto criativamente original e moderno. Atuações maravilhosas, e algumas expressões que fazem nossa noite. ;)

Apontando pelo pequeno fato de que a história do tal Deus Pagão ter sido meio confusa, o restante conseguiu compensar.

A princípio eu não havia gostado muito do tema que seria abordado nesta semana pelo fato de ser muito clichê. Afinal, mais uma viajem no tempo? Mas me conscientizei, assistindo o episódio pela 4ª vez, que aquela não era só uma viajem, aquela era A viajem.

Afinal eles estivavam no mesmo lugar apenas em épocas diferentes.

Havia tempo que não assistíamos referências sobre a essência de Supernatural, que é o confuso transformando-se em compreensível fazendo uma história boba parecer genial.

Foi essa boa elaboração na reescrita de um texto já pronto que conquistou 3 milhões de expectadores na primeira temporada mantendo-se assim até a quinta temporada.

Mas estar junto com uma série há seis anos é se sujeitar de tudo um pouco mesmo. Sejam nas lágrimas, na falha dos escritores, ou gargalhadas. Nos engasgados altos e baixos que Supernatural tem enfrentado desde á sexta temporada... Seja qual for a decisão da CW para o próximo ano, nós só esperamos por um final digno e inesquecível.

 

Até a próxima review! E não se esqueçam, uma semana de hiatus, o 7.13 - The Slice Girls só vai ao ar dia 27 de janeiro pela CW! Até lá, DeanGirls vão ter que roer as unhas querendo respostas pra àquela promo louca que foi liberada! Haha ;)

 

Por Erika Accioly

 

publicado por Erika Accioly às 00:15